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 001 - Blood Curse

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Adm.Deep
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MensagemAssunto: 001 - Blood Curse    Dom Jan 31, 2016 2:10 pm

001 - Blood Curse

Boa aventura
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Zed

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MensagemAssunto: Re: 001 - Blood Curse    Dom Jan 31, 2016 10:48 pm

Combrikk, uma cidade construída devido a vários caminhos que se cruzaram. “Até que não é uma cidade ruim.” Depois de mais de um milênio vivendo pelo mundo havia presenciado os mais diversos tipos de cidades, civilizações, e podia dizer com certeza que aquele era um bom lugar para se ficar se levado em conta o estado atual do mundo.

- Acho que é hora de comer... – Pensei em voz alta enquanto inconscientemente lembrei da última vez que havia feito uma refeição, uma bela moça que havia secado em meus braços. Ainda podia sentir o gosto de seu sangue o que me incitava a ir atrás de mais. E em uma cidade como aquela não devia ser difícil e com meus poderes ainda menos.

Iria caminhar pelas ruas, calma e despreocupadamente enquanto iria aproveitar para reconhecer a região que havia chego, mesmo em Combrikk um Vampiro tinha de se manter em constate movimento para evitar chamar muita atenção, mesmo naqueles dias não eram todos que tinham conhecimento de nossa raça, eram apenas lendas, lendas bem verdadeiras, mas ainda assim, lendas.

Em meu trajeto iria procurar por garotas, garotas jovens e bonitas. Era meu prato favorito. Não tinha pressa em acha-la e não agiria precipitadamente quando a visse, encontraria a melhor que estivesse ao alcance de meus olhos. E finalmente faria a abordagem.

Me aproximando em passos lentos até que finalmente chegasse a uma distancia inferior a cinco metros, onde ela estava dentro do alcance de meu poder. – Garota. – Começaria chamando sua atenção enquanto já teria certeza de ter meu poder em funcionamento. – Me leve até sua casa. – E caso a mesma estivesse acompanhada de mais alguém iria me voltar a seu acompanhante e com a mesma naturalidade lhe daria um comando também. – Você, se manda daqui. – Claro, minhas palavras seriam diferentes caso a acompanhante fosse outra garota bonita o suficiente. – Você pode nos acompanhar também. – E então sem mais delongas iria seguir a garota até sua casa, um lugar perfeito para ter minha refeição em privacidade.
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Marciano

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MensagemAssunto: Re: 001 - Blood Curse    Seg Fev 01, 2016 10:54 pm

~~ NARRAÇÃO ~~


A noite era de tamanha escuridão que apenas a lua em sua forma crescente iluminava a cidade de Combrikk. Lá estava o milenar vampiro, porém mesmo com sua idade extremamente avançada, sua aparência nada mais era do que a de um belo jovem. Vergil peregrinava pelas ruas da cidade enquanto ainda relembrava de sua última refeição, passava-se da meia noite e de fato poucas pessoas se via na rua, não só pessoas, mas também alguns seres diferenciados. O vampiro era desse tipo, apenas não mostrava em sua aparência, enquanto muitos mostravam ser humanoides e alguma raças diferentes, algumas eram atraentes já outras nem um pouco.

A cada passo a que dava percebia a vasta cidade de Combrikk, bares e tavernas se viam ao monte... alguns barulhos do local poderiam se ouvir, alguns eram cantorias, festas e outras brigas, mas nada que pudesse chamar a atenção da guarda do imperador. Sua mente apenas visava achar uma bela donzela que pudesse satisfazer sua sede ou fome, como preferir! Vergil em sua busca calma pela região pode avistar o que parecia ser um bar à primeira vista, mas na verdade era um estabelecimento de festas ou como os jovens costumam falar, as famosas baladas ao fim de semana. A música era alta e toda as vezes que a porta abria o som ecoava pelas ruas, mas era abafado ao ser fechado a porta. Dois guardas era os seguranças da balada e um deles possuía uma prancheta, ele perguntava os nomes e deixava entrar no local. Uma fila enorme quase dobrando a esquiva poderia se ver e o homem da noite estava do outro lado da rua... seus passos eram vagarosos até chegar ao final da fila como se estivesse a espera para entrar no local.


Ele avistava várias pessoas de todo tipo, mas sua única certeza e que todos eram humanos, por sorte o vampiro percebe sua presa alguns metros dele, pois as últimas pessoas eram dois adolescentes falando sobre mulher e bebida, nada que chamasse atenção do ser milenar. Vergil olha para os garotos que achavam o homem estranho e imediatamente recebem a ordem do vampiro, eles fazem uma cara de pasmos e saem do local sem qualquer rumo. Night se aproxima da garota pronunciando seu sexo no mesmo momento, a jovem olha e mostra um sorriso ao olhar para o jovem atraente. – Oie! Ela o cumprimentava no instante e Vergil percebia a beleza da jovem, pois seus cabelos vermelhos como fogo se destacavam sobre todas as outras mulheres da fila. Usava roupas de colegial e poderia presumir que era uma estudante local, mesmo talvez sendo estranho existir uma escola na cidade conhecida como cidade dos caminhos perdidos. Sem delongas o vampiro novamente dá uma ordem usando seu poder único de sua raça... no mesmo momento a mulher apenas acenava a cabeça respondendo. – Sim. E começa a andar até alguns quarteirões do local.

Ao chegarem na residência da mulher, Vergil notou que as luzes estavam apagadas e um portal de ferro de porte baixo diferenciava o pátio da casa e a calçada da cidade. Não tinha nada demais a residência, parecia ser aquelas casas antigas japonesas. A jovem ainda seguia o comando e acenava dizendo ser sua casa, imediatamente ela abre o portão que faz um barulho por estar enferrujado. Algumas luzes se acendem e o vampiro talvez tivesse sua refeição perturbada ou talvez não!


Jovem Adolescente:
 


OFF:
 
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Zed

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MensagemAssunto: Re: 001 - Blood Curse    Ter Fev 02, 2016 4:29 am

Em meio as ruas de Combrikk, encontrar uma presa não era difícil. Depois de entrar em uma das festas realizadas pelo local, antigo costume humano que ao longo dos anos mudava, ainda assim sempre existindo. Uma humana ruiva e jovem, atraente o suficiente para despertar meu interesse, mas nada mais do que isso, apenas um alimento de qualidade a meus olhos. Com minha persuasão não foi difícil tomar o controle da situação.

Rumando até sua casa a princípio vazia, ela abriu o portão e as luzes se acendiam para minha surpresa. – Tem alguém em casa? – Perguntei ainda usando minha persuasão. Não que fosse muito importante, nada que meu poder não conseguisse resolver. – Entre. – Diria enquanto a acompanharia casa a dentro.

Despreocupadamente iria explorar a casa a levando como minha acompanhante, seria estranho invadir o local sem a presença de ninguém conhecido. – Quantas pessoas estão aqui? – Perguntaria para ter certeza de que conseguiria resolver a situação sem maiores adversidades. Até então meus poderes por mais eficientes que fossem ainda eram limitados a um pequeno grupo de pessoas. Assim que encontrasse qualquer pessoa naquela casa, meu primeiro ato seria me aproximar até que a mesma ficasse dentro do alcance de minha influência, onde logo em seguida procederia dando um comando simples. – Ignore qualquer coisa que acontecer por aqui. – E repetiria isso a cada pessoa que viesse a encontrar, exceto caso o número de pessoas informado pela garota fosse superior a seis, meu atual limite. Neste caso seria mais cuidadoso e apenas iria permanecer em silencio a princípio e pensando em como agir em seguida dependendo de quem viesse a encontrar.

Porém caso o número ainda estivesse em minhas capacidades iria despreocupadamente seguir dando ordens a ruiva. – Me leve ao seu quarto. – Não que fizesse diferença onde iria beber seu sangue, mas a privacidade era algo que apreciava imensamente. Chegando ao seu quarto seguiria com os comandos. – Tire as roupas. – Procuraria então um lugar apropriado para sentar, preferencialmente uma cama, ou como segunda opção uma poltrona ou sofá. “Já faz algum tempo desde que estive com minha ultima humana. “

Daquele ponto em diante meus atos eram previsíveis, usando meus poderes a deixaria confortável para que aliviasse minhas necessidades fisiológicas, como um vampiro elas eram desnecessárias, mas ainda eram bastante prazerosas. Terminado o ato a deixaria deitada na cama onde iria beber seu sangue, secando-a por completo. “Não vale a pena deixar sobras em um prato como esse.”

Alimentado, iria então partir para explorar a casa por completo. O que haveria de aproveitável naquela casa de estilo tão incomum? Só descobrira após uma boa olhada no recinto.


OFF: Sono pra caralho enquanto faço esse post. Se ficou confuso pergunte via Skype.

Quanto ao histórico, tenho preguiça, se não quiser fazer deixa pro avaliador :tonemai:
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Marciano

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MensagemAssunto: Re: 001 - Blood Curse    Qua Fev 03, 2016 8:24 pm

~~ NARRAÇÃO ~~


O vampiro e a ruiva iam logo entrando pela porta da casa, Vergil pergunta quantas pessoas são e a jovem adolescente lhe responde no mesmo momento. – Meu pai, minha mãe e meu irmão caçula! Ela ficava parada e estática como se fosse um robô sendo controlado, obviamente pelo seu predador. A mãe da jovem desce as escadas perguntando porque da garota chegar mais cedo do costume, ela se espanta ao ver homem, Vergil imediatamente se aproxima e lhe segue dando uma ordem. Sua habilidade a persuadia no mesmo instante e a mulher subia as escadas como se nada tivesse ocorrido.

Vergil e a ruiva subiam as escadas, passando pelo quarto dos pais e do irmão. Seu irmão caçula abre a porta coçando os olhos pelo sono. – Mana o que está fazendo e quem é esse homem? Ele falava com uma voz de criança pelo fato de ser uma. Vergil vai até o jovem e novamente utiliza seu poder, fazendo assim o garoto acenar a cabeça enquanto segurava seu ursinho e fechava a porta, voltando a dormir. O vampiro então entra no quarto junto da ruiva e pede para a mesma se despir, obviamente a moça faz tal ato, mostrando suas belas e intensas curvas. Ela possuía um busto de causar inveja na maioria das mulheres... possuía quadris finos, porém sexy e uma pele lisa como de um anjo. Sem delongas o vampiro começava a utilizar de seus dons para foder prazerosamente a adolescente, porém um pouco de dificuldade rolava no ato, pois a garota ainda era virgem, mas Night não estava nem aí, queria apenas saciar seu ego e seu vício, por sangue logicamente. Após algumas tentativas o vampiro invade a garota e desde então não para mais, a jovem geme enlouquecidamente, mas mantem um gemido em um timbre baixo, onde apenas no quarto poderia ecoar. Ela mexia os quadris, jamais tinha feito atos sexuais, mas parecia uma profissional de sexo, após cavalgar delicadamente e ao mesmo tempo ferozmente, a jovem trocava de posição sendo domada como uma escrava que de fato Vergil poderia fazer com seus dons raciais. A cada toque do vampiro fazia a adolescente ser ainda mais seduzida e fazia também ter mais prazer e tesão. O corpo da ruiva estava quente, tão quente que o corpo frio de Vergil era aquecido de certa maneira.

Após terminar seu ato a jovem ficava deitada na cama... a lua estava em seu ápice de iluminação, a janela que estava com seus vidros fechados deixava apenas o clarão entrar. A abominação estava prestes a realmente matar seu vício, para assim manter suas características primitivas. Sua mordida fazia a jovem acordar, soltando leves urros, tanto pelo prazer como pela dor, o sangue preenche todo o corpo de Vergil, pois o vampiro não pega leve, suga agilmente como se fosse acabar seu estoque humano, mas algo atrapalhava a refeição da criatura. – Aproveite, pois essa será sua última refeição seu sanguessuga imundo! Um homem sentando na janela de cabelos brancos amarrados para trás, trajando um uniforme de guerreiro antigo, puxando sua espada com letras amarelas ilustradas e mostrando um olhar sério e destemido. – Se afaste da garota ou vai poder ver seu corpo de um outro ângulo! Sua cicatriz mostra sua força e sua voz grossa e firme ecoa pelo quarto, sua barba serrada combina com o cabelo e seus olhos amarelos claro combinam com os simbolos da espada. Vergil se quer tinha visto o homem abrir a janela, se quer tinha ouvido a espada ser retirada e se quer tinha prestado que a caça da noite não era a mulher e sim ele. O que o milenar vampiro faria a seguir?!

Homem misterioso:
 
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Zed

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MensagemAssunto: Re: 001 - Blood Curse    Qua Fev 03, 2016 9:34 pm

Entrar e persuadir a maior parte da familia da garota não era difícil, chegar a seu quarto e despi-la era tão simples que mal era divertido. Mas vê-la sangrar em sua primeira vez abriu certo sorriso em meu rosto. “Ainda existe esse tipo de garotas?” A passagem do tempo havia me mostrado as varias faces humanas, em algumas épocas houve luxuria em excesso, em outras a mesma era reprimida e considerada pecado.

Depois de desvirginar a garota e degustar um pouco de seu sangue houve então a surpresa, um homem aparentemente forte e valente surgia aos meus olhos já com sua arma em mãos e ameaças em seus lábios.

- Finalmente veio. – Fingi não me surpreender. – Estava esperando que viesse. Mas para ser honesto só senti você quando entrei na casa. Está atrás de meu rastro a muito tempo? – Comecei despreocupadamente me afastando da garota e sem pressa pegando minhas roupas e as vestindo, parando apenas para dar um último comando a garota. – Durma, amanhã você não vai lembrar de nada do que aconteceu por hoje.

Assim que tivesse já vestido voltaria a falar com o espadachim. – Bom, já que você surgiu eu acredito que as coisas ficarão mais difíceis para mim. Que tal chegamos a um acordo? A garota esta envenenada, eu posso tirar o veneno dela facilmente se me permitir, em troca você me deixa ir embora e eu prometo que enquanto estiver nessa cidade tomar cuidado para não matar nenhum de vocês humanos. – Um pedido como aquele poderia ser difícil, claro, meu poder tornaria isso simples se aquele sujeito pudesse ser manipulado, mas tinha consciência de que haviam aqueles capazes de resistir a minha persuasão, e aquele parecia ser um destes sujeitos.

- Falando em nome da minha raça, não somos um bando de sanguessugas que saem deixando corpos e mais corpos pelas cidades, eu pelo menos tenho o controle pra deixar minhas vítimas vivas, se elas se esquecerão logo em seguida, como fiz com a garota. E claro, faço questão de limpar quaisquer vestígios. A pergunta no momento é: Quem é você exatamente? – Por hora não iria atacar o sujeito ou tentar manipulá-lo, humanos interessantes como ele atraiam minha curiosidade, tinha interesse em sua história, pensamentos, opiniões e mesmo talvez em seus poderes caso ele tivesse algum.

Caso me fosse permitido limpar os rastros do veneno iria então primeiramente alertá-lo sobre o procedimento. – Antes que pense mal de mim, o antidoto está na minha saliva, então se me der licença. – Dito isto gentilmente lamberia a mesma área que havia mordido anteriormente antes de voltar minha atenção ao sujeito, mantendo a calma, mas ainda assim a atenção para não ser atacado desprevenido, isso aconteceria durante o tempo inteiro que estivesse com o aquele homem de olhos amarelados.

Caso ele fosse precipitado o suficiente para me atacar, meu primeiro ato seria proteger a mim mesmo. Largando em disparada em direção a porta tentando fazê-lo antes que fosse alcançado pelo novo caçador do local, logo então em direção à rua e por fim correndo pela cidade o mais rápido possível tentando despistá-lo usando becos escuros e curvas a princípio aleatórias. Se encontrasse qualquer humano facilmente controlável durante a corrida iria me aproximar o suficiente para dar um comando, mas sem parar de correr. – ME PROTEJA DAQUELE CARA COM A ESPADA. – Diria apontando se possível para o homem para deixar claro a quem me referia. Se fosse um grupo tentaria dar o comando ao máximo de pessoas possíveis, de preferência optando pelas mais fortes aparentemente se o número de pessoas excedesse minha capacidade máxima.
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Marciano

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MensagemAssunto: Re: 001 - Blood Curse    Qui Fev 04, 2016 7:46 pm

~~ NARRAÇÃO ~~


O vampiro se fazia de sabichão, pois mostrava-se não se surpreender com a presença daquele outro ser e ainda o questionava... mas o homem de idade velha apenas ficava quieto enquanto lentamente puxava sua espada misteriosa, pois seu formato era de uma espada de dois gumes tradicional, mas suas runas não eram. Vergil via a garota se levantar enquanto estava tonta pela falta de sangue em seu corpo, talvez mais alguns segundos e a morte era inevitável da jovem, ele novamente utilizava seu poder ao dar uma ordem a moça que obedecia imediatamente.

O vampiro utilizava de seu poder para convencer o homem, mas o velho soltava um leve sorriso de canto ao ouvir as últimas falas do ser milenar. – Vocês humanos é? Huh! Um ar de ironia e negação obviamente surgia no ar enquanto Night utilizava novamente de suas palavras para convencer o homem ao chegarem em um acordo que beneficiaria ambos. Após Vergil continuar a dialogar com o homem terminava de retirar sua espada e virava sua cabeça para o lado batendo com a ponta de seu dedo em seu tímpano. – Viu?! Mostrando que seus ouvidos estariam tapados e apontava para ambos seus olhos amarelados. – Lentes enfeitiçadas por um ancião antigo! Então, como pode ver estou prevenido contra sua raça e algumas outras... sobre sua espécie não ser sanguessuga, creio que estamos em um impasse, pois a um monte de vestígios pela cidade, se eu lhe quisesse morte já estaria... tem um alfa entre vocês e logo encontrarei e o matarei como todos os outros cujo seu caminho esbarram no meu! Ele se colocava de pé lentamente atento a qualquer movimento do vampiro enquanto voltava a falar. – Vejo que é mais inteligente que os outros, pois a maioria parte para cima pensando que vou mata-los e consequentemente morrem perante minha espada e com isso acabo não conseguindo as informações que preciso. Mas eu quero saber sobre o alfa que predomina as regiões de Combrikk! Natasha Valerios, reconhece esse nome? Ele empunhava a espada enquanto interrogava o vampiro, por mais estranho que parecesse para o ser das trevas, o homem de cabelos brancos tinha os ouvidos tampados, porém entendia tudo que Vergil argumentava, provavelmente lia os lábios do sanguessuga.

Nigth ao ver o homem empunhar a espada declinada para baixo, teve a impressão de que o homem atacaria e se virou para tentar uma fuga, mas seus olhos ao se virarem perceberam o homem já na porta com a espada em frente à sua face, como se estivesse prestes a beija-la. – Prenda os impuros, Susanoo! Ele proferia suas falas fazendo as runas da espada brilharem levemente em um tom amarelado vermelho e ao mesmo tempo o corpo do vampiro era totalmente paralisado por um tipo de espirito que lhe cobria completamente  com uma armadura sem deixar a aberração fazer qualquer movimento. – Esse é a cura... então, o que tem a me dizer sanguessuga de Natasha?! Ele falava ao mostrar um frasco em sua mão e deixava-o do lado da cama em cima de um bidê.


Técnica Susanoo:
 
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