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 Capitulo I - Surge o Herói.

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Adm.Deep
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MensagemAssunto: Capitulo I - Surge o Herói.   Sex Jan 29, 2016 1:29 pm

Capitulo I - Surge o Herói.


Boa aventura
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Marciano

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MensagemAssunto: Re: Capitulo I - Surge o Herói.   Sex Jan 29, 2016 10:25 pm




Se era dia ou noite, se estaria frio ou quente, se havia pessoas na cidade ou não, Masimos se quer prestou atenção no momento, pois sua vinda até Combrikk foi inesperada pelo fato da criatura alienígena ter morado durante muito tempo em uma outra cidade não tão próxima de Combrikk. Seus passos lentos e destemidos, peregrinavam pela cidade, logicamente andaria pela calçada ou caso não tivesse andaria evitando caminhar no meio da rua. O problema maior de Masimos era que estava sem dinheiro, sem trabalho e sem um lugar para morar, sua antiga casa acabou sendo destruída em um dos confrontos do ser esverdeado... Masimos sempre em seu tempo livre ou até mesmo quando quer se exercitar, acaba dando uma de Herói igual aos que ele via quando era menor.

Mas a vida de herói é nada fácil, Masimos literalmente sabe como é, pois, além de não ser muito carismático, não é nem um pouco elegante ou atraente, claro que o planeta já estava acostumado com criaturas e espécies diferentes, mas muitos acabavam não aceitando e obviamente ignorando tais seres. Mas o homem esverdeado se quer dava bola, satisfazer a si mesmo era o que importava e apenas ligava um ‘foda-se’ para os humanos preconceituosos. Porém sua aparência era escondida pelas roupas de couro que trajava, os traços avermelhados se destacavam em suas vestes azul marinho... mas sua capa realmente chamava atenção enquanto balançava de um lado para o outro, talvez o vento? O movimento do corpo do alien ou ambos! Todavia o heroico estava a peregrinar enquanto trajava seu uniforme e mantinha um pensamento consigo. “Háhhh... droga! E agora? Que vou fazer? Preciso de dinheiro, mas não sei como conseguir... Preciso de um lugar para ficar, mas preciso do dinheiro para pagar o lugar! Háhh... droga! Que vou fazer? ” Aqueles pensamentos contínuos ficavam enquanto seus olhos avermelhados fixavam para baixo pelo fato de sua motivação estar em total decline, talvez exercitasse seu hobby que era, procurar os inimigos, dar-lhes uma surra, depois deixar uma boa impressão para os humanos e quem sabe receber uma recompensa.

Combrikk era falada em diversos cantos como uma cidade de viajantes, claro que Masimos tinha escolhido ir para tal lugar por saber bem como era a marginalidade, mas não por esse foco, mas sim por saber que havia diversos lugares próximos perigosos e quem sabe um desses lhe desse uma boa motivação?! Não daria bola para caso ouvisse algum humano lhe xingar ou fazer cara feia, continuaria seu trajeto até achar algum lugar que lhe proporcionasse um ambiente para refletir em que fazer daquele momento em diante. Quem sabe um bom lugar como um bar ou taverna. Pegar quem sabe algum cartaz de procurado para ganhar dinheiro como fez algum tempo atrás, mas não sabia bem como funcionava aquela cidade. “Hó! Já sei... vou arrumar um cartaz para ganhar uma grana, mas onde será que tem por aqui esse tipo de coisa, háhhh... droga! ” Pararia por um momento enquanto fecharia seu punho direito e levaria para frente enquanto assumiria uma postura de vitória, mas logo deixaria seu tronco declinado pelo fato de suas últimas falas logo lhe desmotivar. Masimos não desistiria, tentaria achar algum humano ou ser que lhe pudesse dar algumas informações. – Óh... poderia me dizer onde encontro um lugar que tenha criminosos?...Háh, quero dizer um lugar que venda criminosos, não pera, um lugar que tenha trabalho para criminosos... háhhh, droga! Ele colocava as mãos na cabeça até respirar fundo por se enrolar e voltar a falar. – Digo, um lugar onde tenha cartaz de procurados? Preciso de trabalho! Terminaria de falar ao deixar um esboço de sorriso sair sem querer. Masimos as vezes acaba se atrapalhando no jeito que fala, pois, sua falta de conversa com humanos acabou lhe afetando nisso, mas geralmente ele não fala muito porque a maioria não instiga assunto com o ser monstruoso.

Após ouvir a resposta, faria um aceno com seu dedão formando um positivo e ao mesmo tempo agradecendo, caso a resposta fosse negativa, tentaria achar outro humano e perguntar até conseguir a informação e ao conseguir se direcionaria imediatamente para o local, mantendo calmo e prestando dessa vez a atenção em sua volta.


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Última edição por Marciano em Seg Fev 01, 2016 11:01 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Capitulo I - Surge o Herói.   Dom Jan 31, 2016 11:57 pm

Masimos caminha pensativo por Combrikk a cidade comercial mais forte daquelas redondezas, já era noite e fazia um vento frio, a capa do alienígena chacoalhava ao vento e sob o luar, apesar dele chamar atenção, não chamava tanta assim, sua pele verde não era a primeira a ser vista e  nem mesma a única dos arredores, com certeza bons olhos não se viravam para ele por parte dos humanos, mas ainda não era nada como pessoas correndo e gritando, diferente do que alguns estavam fazendo de uma espécie de lagarto de cinco metros de altura usando saias e chupando uma casquinha de sorvete, apesar que era compreensível fugir dela, seu cheiro tenebroso chegava a Masimos mesmo ele estando uns cinquenta metros dela.

Mas ele precisa de dinheiro e após passar uma pequena vergonha no meio da multidão ao parar em uma pose do nada, olhou para uma senhora gorda que passava do lado e de maneira atrapalhada perguntou o que queria, o qual a gorda senhora respondeu:

-Ta bêbado é? Bem… Se quer cartazes, como em qualquer cidade vá a taverna, o mural fica la, é só seguir aquela ruela no canto ali.

A mulher apontava uma pequena rua que saia numa praça movimentada e antes da praça se via as luzes de um estabelecimento, com varias pessoas pessoas bebendo naquela noite.

Ao se aproximar do bar ele pode ouvir o que estava movimentando o parque.

-Por ordem do emperador de Tapêtius… Você está aqui sendo julgada sob a acusação de assassinato de feridos, roubo, canibalismo, blasfêmia e bruxaria…

Era um “julgamento” em via pública, centenas de pessoas aglomeradas assistindo uma mulher ser dominada e agredida pelo exército santo, o exército do emperador, alguns fechava os olhos em pena, outros em discórdia ao ocorrido e outros jogavam as mãos para cima em ovação.

-MATEM A BRUXA… QUEIMEM ELA…

E o carrasco prosseguia com o coro de pessoas querendo a morte da donzela, antes provavelmente uma bela humana, mas agora coberta de hematomas e desfigurada pelo inchaço das pancadas recebidas.

-...Seu julgamento é culpada… E por ordem do emperador esta sentenciada a morte por enforcamento… Ou tortura…

Um dos guardas que seguravam a moça dava uma marretada em seu joelho, a plateia ovacionava com o som de quebrar e o grito choroso da mulher acorrentada, mulheres mais distantes do centro saiam correndo chorando com suas crianças como que escondendo sua desaprovação e quanto mais ao centro, mais as pessoas pareciam aprovar, cinco homens surravam a moça em frente a uma plateia, sentenciada sem um julgamento justo, seria torturada até a morte, será que pelo menos ela era culpada?

A porta da taverna estava a esquerda de masimos, a plataforma de execução uns quinhentos metros a frente, cerca de quatrocentas pessoas presentes e os soldados não dava para se contar em meio a multidão.
aparência da "bruxa":
 
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MensagemAssunto: Re: Capitulo I - Surge o Herói.   Seg Fev 01, 2016 12:49 am




Após receber a resposta de uma senhora que não percebia seu exorbitante peso, ele seguia o caminho indicado pela mulher, era um tipo de beco ou ruela que dava para a taverna onde havia um provável mural de recompensas, algo para aqueles com poucas habilidades manuais, mas com bastantes habilidades físicas. O alienígena peregrinava pela cidade e um conforto vinha para si, pois sua aparência e estilo era a que menos chamava atenção, pois um lagarto de saia realmente era impossível de não se ver e horrorizar com tamanha cena.

Enquanto o homem esverdeado caminhava preocupado em conseguir uma graninha para não dormir na rua e nem passar fome, percebia uma aglomeração próximo do bar onde adentraria até então. A voz que vinha de um homem falando sobre imperador e julgamento chamou-lhe atenção e obviamente chegou mais próximo, porém mantendo uma distância das pessoas. Algumas pessoas esbravejavam ofensas enquanto o homem que julgava colocava os relatos e acontecimento até então feitos pela mulher chamada de bruxa. “Hó... uma bruxa? Canibalismo e bruxaria? Hm... Ela não parece fazer isso, ela está bem-acabada! Mas o que é uma bruxa e bruxaria? ” Pensaria enquanto cruzaria os braços, levaria sua mão esquerda ao queixo e apertando-o com os dois dedos, fazendo uma pose pensativa, ainda observava a cena mantendo sua calma. “Eu preciso arranjar dinheiro, não tenho tempo para perder com isso... mas será que um herói deixaria eles matarem ela? Eu não sei nada dela, como vou saber se ela realmente fez o que estão dizendo? Háhhh... Droga! Ainda é noite, porque não vão dormir ao invés de matar pessoa! ” As válvulas neuronais de Masimos trabalhavam em momentos tão aflitos, mesmo assim o ser esverdeado mantinha-se pensativo em como proceder em um momento desses, logico que seria tolice se meter com um imperador, mas talvez fosse tolice mais ainda realmente deixar uma mulher morrer sem realmente saber se era culpada ou não.

O iniciante herói não tinha certeza de nada, sua única certeza que até então tinha era de arranjar dinheiro para alugar um dormitório e não ficar nas ruas, não que tivesse medo, logico que o poderoso alien não teria, mas ficar nas ruas era algo realmente repulsivo. Um barulho realmente forte fazia Masimos prestar atenção mais ainda, uma marretada no joelho da mulher era o que tinha feito tal som, diversas pessoas saiam gritando e correndo enquanto Masimos estaria no mesmo lugar. Além de ser uma simples mulher pelo menos aparentemente, a sentença era de morte isso poderia ser feito com apenas um tiro ou algo do gênero que fosse rápido, mas ao invés disso alguns homens cercavam a mulher e começavam a espanca-las de forma bruta e extremamente injusta. “Hmmm... Esses humanos, nunca entendo bem suas emoções! ” Falaria ao andar calmamente até um dos homens que daria algum tipo de soco ou chute, imediatamente seguraria o membro do humano. – E aí! Falaria ao manter sua cara normal, sem qualquer sinal de rancor, ódio ou alegria. – Vocês acham mesmo que essa humana pode canibalizar? Eu não sei o que é bruxaria, mas ela não parece comer carne humana, para mim está mais parecendo um boneco de luta espancado, não concordam? Sua voz era nada chamativa e nem mesmo intimidadora, talvez sua única arma aparentemente que desse medo, intimidasse ou amedrontasse eram seus olhos de cores avermelhados como sangue ou cereja caso preferir.

Não colocaria se quer força ou algo do gênero em sua mão, não precisava, até porque se realmente quisesse ou até mesmo pensasse em colocar força teria feito o membro do homem virar um pó com sua sublime força. – Alias quem são vocês mesmo? Falaria ao olhar para todos da volta e caso o homem pedisse para soltar, Masimos soltaria sem problema algum. O iniciante herói estava aprendendo ainda como exercer seu hobby, não tinha certeza se era uma boa ideia interferir, mas era melhor agora do que se arrepender depois. Enquanto os humanos que julgava falavam e argumentavam o homem de roupas de couro e capa azulada chegava mais perto da mulher. – Ei! Por acaso você fez tudo isso que disseram? Se fosse necessário se agacharia para olhar diretamente na face e principalmente nos olhos da mulher, claro que com o rosto deformado e com tamanha dor que a moça sentisse pudesse dificultar, mas talvez ela mostrando confiança, quem sabe o aventureiro não lhe ajudasse!  





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MensagemAssunto: Re: Capitulo I - Surge o Herói.   Ter Fev 02, 2016 12:41 am

Masimos ia até a plataforma, mas demorava para cruzar a multidão, assim que ele chegava ele segurava a mão de um dos homens que iria golpear a moça e faz uma pergunta a este.
O homem por sua vez não respondia, parecia incrédulo quanto a decisão do ser de cor esverdeada de subir ali para fazer perguntas daquele tipo. Ao perguntar a mulher, não recebia resposta, a mente dela vagava em um olhar entre o desmaio e a lucidez, mas com certeza Masimos estava acordado, ele percebeu bem isso quando três espadas sairam pela frente de seu peito.


-Aberração maldita… Morra…


Diziam os outros carrascos que retiravam sua espada da verde carne do alienígena, que para espanto deles se fechava de imediato em uma cura sobrehumana.


-Me solteee…


Se debatia o homem segurado, Masimos o soltava em resposta, mas o que o nosso herói faria agora com dezenas de sodados brandindo lanças ao redor do palanque?
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MensagemAssunto: Re: Capitulo I - Surge o Herói.   Ter Fev 02, 2016 2:20 am




Após o ser esverdeado questionar o porquê de a mulher ser acusada e por tamanhas torturas que a moça aparentava ter recebido, algo que poderiam fazer sem o povo ver, pois realmente era algo horrendo de se presenciar, Masimos é atingido por espadas e ofensas. Sua pele é rasgada, mas obviamente seu poder de regeneração instantânea curou dos ferimentos de imediato. “Oi, oi, oi... que vocês estão fazendo, não ataquei ninguém, mas porque me atacam? ” Mesmo não sabendo o porquê de ser atingido, sua face ficava um pouco mais séria e observaria diversos soldados em sua volta.

Era mais do que obvio que iriam lhe atacar, pois ele tinha invadido um julgamento e impedido que massacrassem a mulher... mesmo não possuindo todas as informações corretas, era obvio que um herói não deixaria uma cena assim dar prosseguimento. – Ei... esse corte fez cocegas maldito! Falou sem querer após sentir o golpe. Masimos não tinha intenção de lutar com ninguém, apenas não conseguiu ficar parado e ver uma mulher ser boxeada até a morte. Ele poderia simplesmente ajuda-la, pegar ela no colo e dar um super pulo, para do outro lado da cidade, mas do que adiantaria?! Eles faram novamente tal ato bruto e repulsivo. O problema ali era não matar ninguém mesmo que sem querer. “Háhhh... Droga! Situação complicou. Esses caras tão querendo briga, mas eu não fiz nada de mais, que saco! ” Pensaria durante alguns segundos enquanto analisava ao seu a redor. – Aí! Vocês estão com algum problema? Franzia sua testa mostrando não gostar do que os soldados haviam feito. Mas era evidente de que não gostaria, pois quem em sua sã consciência gostaria de ser cortado como presunto.

O alienígena encarava os que tinham lhe atacado e em seguida voltava seu olhar para a mulher sem saber o que fazer nessa situação. “Que droga, me meti em uma situação problemática! O que será que um herói faria nessa situação?! ” Sua mente perdida em perguntas, tinha esquecido que em qualquer momento poderia ser atacado ppelos soldados, não que o ser esverdeado tivesse medo, mas sua única intenção era ajudar. Então sem perceber já tinha tomado sua escolha, sua mente lhe avisava que sua ação teria uma provável reação ruim, mas seu coração dizia para não abandonar a jovem, mesmo que talvez ela fosse culpada, ele mesmo averiguaria. – Hann... Hannn... ela nem consegue falar de tanto que apanhou, crueldade a de vocês! Falaria enquanto balançaria a cabeça para os lados e levantaria para olhar direto nos olhos dos homens. – O Herói sempre chega no último momento! Um leve sorriso agora predominava a face do poderoso ser que se aproximaria novamente da mulher. - Acho que agora vai conseguir falar! Proferia ao utilizar do sangue que havia saído do ataque das espadas e com sua mão passaria nos ferimentos da mulher, começando pelo rosto, braços e pernas. Assim que ela se curasse por completo pela habilidade de Masimos proporcionar tal vantagem, novamente o alien voltaria a perguntar. – Ei mulher! O que você fez para estar recebendo essa punição? Eu quero te ajudar, sou um heroi, mas não sei se tu é inocente! Nesse mesmo momento se colocaria de pé ficando ereto e fazia uma cara de dúvida. – A propósito o que é uma bruxa mesmo? Enquanto questionava os soldados seus olhos não paravam de analisar o corpo da mulher, não de uma forma erótica, mas sim para ter certeza das acusações, pois pessoas que comem carne humana, tem a tendência de ter os dentes infectados e as mãos tremulas, talvez fosse verdade ou não... Masimos não teria certeza, pois isso era algo que contavam quando ele era pequeno, provável que falassem pelo fato de ser diferente dos humanos e os mesmos contassem tal coisa para o alien não comer carne humana que obviamente não faz.

Enquanto aguardaria as respostas, se algum dos soldados tentasse lhe atacar, seguraria com sua mão a espada ou membro que lhe atacasse e falaria no instante. – Aí... e melhor você parar, estou tentando ajudar! Quebraria se fosse alguma arma de lamina, mas caso fosse algum membro apenas balançaria um pouco para fazer o homem virar de cabeça para baixo e claramente cair no chão. Ao ouvir a resposta da jovem acusada, manteria seus olhos nela para realmente ver se ela era culpada ou não, talvez a mulher se enrolasse ou engasgasse sabe se lá, como também poderia responder com exatidão e convencer o herói.




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MensagemAssunto: Re: Capitulo I - Surge o Herói.   Sab Fev 06, 2016 12:20 am

Masimos estava numa situação complicada e após tentar entender melhor a situação enquanto as pessoas estavam impactadas por sua cura ultra-veloz, ele decidiu por curar a jovem, mas logo um dos homens o atacou, ele colocou a mão esquerda na frente da lança, mas esta atravessou e ele sentiu outra espetada, desta vez por debaixo das costelas direitas, ele pode sentir o sangue correr pelo pulmão e para a garganta com a estocada e ouvia um zumbido, como uma bateria carregando.

-Vamos ver você se curar disso bicho maldito...

O homem que empunhava a lança tinha cabelos negros e olhos impiedosos, uma de suas mãos estavam repousadas sobre uma esfera de cristal no centro da lança que agora brilhava em vermelho.

-... RUÍNA DO TITÃ...

O homem gritava, a esfera cristalina apagava, mandava sua luz para a ponta da lança e esta mandava para dentro do peito de Masimos, o calor vinha de dentro para fora fzendo o alienígena literalmente cuspir fogo, a lança estava encendo sua ferida com chamas quentes e alaranjadas que queimavam sua carne e sistema respiratório.

-LUA GLACIAL...

Um gordinho do grupo lançava uma segunda lança contra Masimos, essa brilhava azul e levou o ser de pele verde consigo em seu voo até o lado oposto da praça onde uma geleira de dez metros recobriu Masimos.

A plateia agora corria para fugir da luta, era óbvio que ela ficaria feia.
Masimos estava congelado, mas todo aquele gelo não o seguraria se ele realmente quisesse sair, talvez fosse hora de ficar sério, aqueles homens não eram brincadeira.
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MensagemAssunto: Re: Capitulo I - Surge o Herói.   Sab Fev 06, 2016 1:35 am




Antes que o ser esverdeado pudesse curar a mulher por completo, Masimos sentia algo penetrando seu corpo, mais precisamente sua pele, seu musculo, veias e etc... Antes que percebesse sua mão e costelas estavam sendo espetadas pelas lanças dos soldados. O desconforto, a sensação de dor e violência estava estampada tanto no herói quanto nos soldados, porém o que mais sofria era Masimos, pois mesmo não querendo confrontar os homens para não os machucar propositalmente, eles pareciam instigar a luta, ainda mais por terem avistado uma das habilidades do monstruoso alien.

A lança que estava cravada no corpo de Masimos começava a brilhar após o soldado proferir um tipo de habilidade ou técnica, o herói não saberia exatamente o que era, apenas sabia que a dor era inevitável. Masimos parecia um dragão esverdeado, pois sua boca cuspia fogo como a fera mitológica, sua cabeça se inclinou e baforou para cima fazendo quase um show de fogos de artifícios. Antes que pudesse perceber o outro homem utilizava algo parecido, pois proferia alguma habilidade ou técnica, mas invertendo totalmente o tipo de elemento, pois o primeiro era tão quente como o sol e o segundo era tão frio quanto o polo norte. Um distancia elevada o ser heroico percorria pelo golpe do soldado, mas de qualquer maneira, nenhuma raiva era guardada até então. “Hóhhh... Puta merda, esses caras são persistentes! Não entendo para que lutar se eu sou um herói e não vilão! ” Enquanto estava preso no gelo sem fazer qualquer movimento quem sabe os soldados tivessem pensando que a vitória seria deles, mas Masimos estaria curando seu corpo por completo, talvez já tivesse ou estaria de qualquer maneira ele estava imóvel no momento, não pelo gelo lhe segurar, pois um assopro e tudo aquilo ia a baixo, mas sim por estar pensando nas ações dos soldados humanos e o que faria a seguir.


Seus olhos avermelhados estariam ainda direcionados a mulher, mas logo perderiam tal foco, pois agora estariam voltados aos soldados que haviam lhe atacado. “Oi, oi, oi... Já estou me cansando disso, quero logo conseguir um dinheiro para alugar um local para mim! Vocês não estão com sono não, ficam enchendo o saco?!” Pensaria enquanto provavelmente já estaria totalmente recuperado, nesse momento mexeria seu braço direito em um ágil movimento na vertical, levando-o para cima com a intenção de quebrar por completo o gelo na sua volta. Não precisaria usar forças, não precisaria usar energias, sua força bruta era uma de suas habilidades mais poderosas e se quer precisaria de alguma ação brutal para sair daquele local. Mas enquanto os frascos gélidos cairiam provavelmente sobre o céu direcionados ao solo e consequentemente ilustrando todo a zona, Masimos mostraria uma face um pouco mais séria por estar de saco cheio dos homens. – Tsc... Humanos tão inteligentes e ao mesmo tempo tão burros! Eu tentei dizer que não queria lutar, pois sou um herói e mesmo assim vocês me atacam, agora vejo que a mulher é inocente, só pode! Ele terminava de falar ao mostrar sua testa franzida e seus olhos afiados como nunca. Ele caminharia lentamente até chegar alguns metros dos homens e observaria a zona atual.

Após feito isso sua intenção era não envolver civis inocentes, Masimos sabia que aqueles homens não eram apenas civis, eram o exército da cidade, não queria machuca-los, mas tudo tinha um limite, eles tinham apenas atacado cegamente sem entender as razoes do humanoide. – Então, diga ao seu imperador que Combrikk possuí um novo Herói que irar proteger a cidade, custe o que custar! Ao terminar de falar sua mão estaria levantada ao alto enquanto provavelmente os soldados viriam ataca-lo. “Que perda de tempo, poderia estar ajudando as pessoas da cidade, combatendo o crime, mas esses caras parecem não gostar de mim... não que eu me importe mesmo. ” Terminaria de pensar enquanto lançaria seu punho com a intenção de impacta-lo diretamente no solo ao estar próximo dos soldados. Com isso ocorreriam três etapas, Masimos controlaria sua força para não causar danos demais, primeira etapa seria o estágio da força e pressão do soco causando um impacto forte, segundo estágio seria a destruição do solo tentando galgar um alcance máximo de quinze a vinte metros quadrados expandindo consecutivamente e o último estágio seria a expansão e total profundidade do soco.

Após utilizar o alienígena estaria atento ao estado que possivelmente estaria os soldados, caso ainda estivesse algum de pé, ele simplesmente golpearia na cabeça controlando sua força para apenas derrubar o homem e finalizar o combate antes mesmo de terminar. Caminharia até a mulher e verificaria seu estado, usaria seu sangue passando pelas feridas da mulher e a curaria de imediato, logo em seguida interrogaria a mulher com perguntas fáceis para saber o real motivo de ela estar ali. – E então mulher... quem é você? E porque está sendo espancada e julgada desse modo? Falaria ao mudar sua expressão mais uma face mais tranquila e humorada. Se por acaso algum civil entrasse no caminho do golpe pela vasta área que o mesmo poderia a brandir, podendo ultrapassa-la ou não dependeria do momento, pois por mais que Masimos controlasse completamente sua força as vezes exagerava um pouco. - Calma, não tenha medo vim ajudar! Curaria o civil com sua habilidade sem hesitar.


Ilustração do Golpe:
 



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